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Dos fractais às Mandalas.

Julho 21, 2007

Aproveitando o vácuo do post anterior coloco aqui algumas mandalas fractais; mandalas compostas de desenhos fractais – pelo menos é isso que promete o rapaz que postou estas belezinhas no flickr.

Acredito que ainda seja cedo demais para entender o que são de fato as Mandalas, já que o nosso estudo sobre Patterns se iniciou há pouco e apenas agora estamos entendendo a relação dentre os Design Patterns e os fractais. Mas tenho certeza que este é um ponto futuro para os nossos estudos, já que estas composições são ainda mais harmônicas do que os fractais em si e representam a forma ideal do círculo; que é em si o fechamento do infinito; é a solução da espiral.

Vale falar também da fascinação que as mandalas exerceram sobre Jung, principalmente, em seus últimos anos; quando aproximou-se com força do inconsciente coletivo; podemos postular vagarosamente que as mandalas são o background dos Arquétipos; algo como os átomos dos Arquétipos universais; ou talvez as moléculas.

O fractal desfiado.

Julho 21, 2007

Os Visual Patterns são repetições. Uma repetição perfeita de um padrão visual determinado. Ele é plano, está chapado de forma bidimensinal (2D), embora o pattern seja, em última análise, um fractal escalonado na mesma dimensão – como se fosse um fractal desfiado.

Sua verdadeira leitura é, na verdade, 3D, espiralada, pois se pegamos um fractal vemos o padrão geral se repetindo em espirais, diminuindo de escala; o pattern nada mais é do que esta expressão colocada em linguagem linear; acredito serem uma representação humana de vasta importância, na medida que eles só podem existir de forma industrial (homo faber); o pattern só pode ser vivenciado em seu apogeu na era de controle gráfico do homem; hoje em dia vive seu momento de ouro pela facilidade dos processos gráficos, de impressão e, principalmente, de produção dos patterns;

fractália.

Em síntese podemos postular: está na repetição (criação de ambiência visual harmônica) e na sua representação imagética de um fractal (linearização de um processo cósmico-organizacional natural) a força destas imagens repetitivas que por agora possuem uma função estética; mas que, em breve, expandirão suas funções muito em virtude da nanotecnologia e da semiótica aplicada – ramos nascentes e fractalmente crescentes das Novas Competências Humanas.